21 ANOS SEM MADRE TERESA

Não apenas católicos, mas milhares de pessoas de religiões diversas e até mesmo ateus sentem a morte de Madre Teresa de Calcutá. Hoje faz, exatamente, 21 anos que ela morreu vítima de ataque cardíaco. Mesmo doente, trabalhou até morrer. Aos 87 anos de idade, ela era chamada a freira dos pobres, conhecida como “a santa das sarjetas”, foi uma religiosa católica, nacionalizada indiana, que foi declarada como Santa em 2016. Madre Teresa foi canonizada no dia 04 de setembro de 2016 pelo Papa Francisco. Sua beatificação havia sido realizada por João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003. Religiosa indiana de origem albanesa, Madre Teresa nasceu em 27 de agosto de 1910, em Skopje, hoje capital da Macedônia, filha de um próspero comerciante albanês, com o nome Agnes Gonxha Bojaxhiu. Em 1979, recebeu o Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho de solidariedade para com os pobres e doentes, foi chamada em vida de a “santa dos desamparados”. Aos 18 anos fez a opção pela vida religiosa e foi para a Índia, onde lecionou durante 16 anos em um colégio religioso para moças ricas. Alguns anos depois, em 1944, a religiosa se mudou para Calcutá e passou a dar assistência a pobres e doentes, dizendo obedecer a um chamado de Deus. Em 1949, ela fundou a Ordem das Missionárias da Caridade. Sob sua orientação, construíram uma colônia para leprosos perto de Asansol, na Índia, que recebeu o nome de Shantinagar (Cidade da Paz). Suas obras sociais se multiplicaram pelo mundo todo, e hoje a ordem mantém missões em 111 países, entre eles o Brasil.

Independente de credo religioso é importante ressaltarmos que Madre Teresa de Calcutá se doou às pessoas de maneira peculiar. Não tinha nenhum receio em tratar com seres humanos, mesmo que estivessem em situação de debilidade extrema (moribundo). Homens, mulheres, crianças, jovens, idosos, seu alvo era a paz, o regozijo. Por causa de muitas atitudes, consideradas por alguns como radicais, a religiosa foi criticada. Um desses momentos era, por exemplo, por não se importar com a origem do dinheiro arrecadado para financiar a cruzada, em que se propôs fazer. Aceitava doações de pessoas como Jean-Claude Duvalier, ex-ditador do Haiti. De acordo com historiadores, nada poderia impedir Madre Teresa de praticar o bem aos necessitados, mesmo que para isso, passasse por julgamentos de qualquer setor da sociedade. Amiga da Princesa Diana, que também ficou conhecida especialmente pelo seu trabalho humanitário, Madre Teresa deixou saudades e exemplos humanitários. Até o papa João Paulo II visitou um dos seus abrigos e ficou cuidando dos doentes durante um dia. Nesta ocasião, a religiosa afirmou que aquele havia sido o “dia mais feliz de sua vida”. Com tanta abdicação e amor, só nos resta aprender e colocar em prática, pelo menos um milésimo, dos mais sublimes sentimentos para com o ser humano: valorização, respeito e amor. E aí, eu você, precisamos nos reciclar, não acha? Aqui é Cássia Bomfim…e viva a livre manifestação do pensamento.

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