Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

 

Não são apenas os ambientalistas que precisam estar de olhos bem abertos para as mudanças ambientais e na defesa natural do planeta. Nós também temos a obrigação de se preocupar com a camada de ozônio e seus efeitos sobre a terra. Por isso amanhã (16), não podemos deixar passar em branco o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Essa data foi escolhida pela Assembleia Geral das Nações Unidas para marcar o dia da assinatura do Protocolo de Montreal, firmado em 1987. Esse protocolo foi importante para a proteção dessa camada, uma vez que reduziu a produção e o consumo de produtos que causam seu desgaste. Os países que assinaram este tratado internacional assumiram o compromisso de diminuir a produção de CFC’s (clorofluorcarbonetos) e outras substâncias responsáveis pela destruição da camada de ozônio. O principal objetivo de comemorar esta data é para conscientizar a população e os governos sobre a importância da preservação da camada de Ozônio para garantir a estabilidade da vida na Terra.

A camada de ozônio é um fino envoltório formado por gás ozônio (O3) que envolve a Terra e protege os organismos vivos da radiação emitida pelo Sol. Ela está localizada a 25 e 30 km acima da superfície (estratosfera). Sem esta proteção, a vida no nosso planeta como conhecemos hoje, não existiria. Pois é gente, mas a realidade é bem complicada. Lamentavelmente, existem diversas substâncias produzidas por nós, aqui na terra, que contribuem para destruir a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos descobriram, através de estudos, uma enorme agressão contra todo este cuidado para com o planeta. Eles conseguiram descobrir evidências que estariam formando um grande buraco em uma região localizada sobre a Antártida. A partir desse estudo, demonstraram pontos ao redor do mundo onde essa camada tornou-se mais fina. A camada de ozônio é uma defesa natural do planeta contra os raios ultravioletas, extremamente nocivos para os seres vivos. Isso é sério. Existem pessoas que até duvidam que “por causa do céu estar tão distante, bem como as nuvens”, estes prejuízos não alcançam nós seres humanos. Engano e grande. A exposição ao sol que todos os dias nos submetemos, mesmo sem querer, é muito mais comprometedora para nossa saúde do que possamos imaginar. É aí que a camada serve como um bloqueador dos raios ultravioletas em contato direto com a nossa pele, podendo até provocar cânceres. Nas regiões onde se observou essa diminuição, percebe-se que é maior a incidência de alergias e problemas nos olhos, tais como catarata e cegueira. Além disso, a radiação também afeta plantas e outros seres, como é o caso do plâncton. Os principais vilões da camada de ozônio são os chamados clorofluorcarbonos ou CFCs, que são encontrados, principalmente, em equipamentos de refrigeração e aerossóis. Os CFCs são levados até a estratosfera, onde se desintegram, graças à radiação, e liberam cloro. O cloro então reage com o ozônio e este se transforma em oxigênio (O2). Como o oxigênio não é capaz de proteger contra os raios ultravioleta, estes atingem a superfície da Terra com mais intensidade. Além de apresentar prováveis cenários sobre como os impactos ambientais podem destruir a camada de ozônio, durante esta data também são apresentadas soluções de como encorajar atitudes favoráveis ao ambiente, evitando o desgaste desta barreira natural. Hoje as minhas expressões são diretamente para eu e você repensarmos sobre este malefício que estamos trazendo para nós mesmos, para nossos filhos, nossos animais, nosso planeta terra.

 

Males:

A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos. Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no efeito estufa, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação. De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.
Resumo:
1- O que é ozônio?
Ozônio é uma substância química natural da atmosfera terrestre. É um gás que se forma de 3 átomos de oxigênio atômico. Seu símbolo é O3.

2- O que é camada de ozônio?
A camada de ozônio é uma região da atmosfera terrestre, em torno de 25 a 30 km de altura, onde a concentração do gás ozônio é maior.3- Qual a importância da camada de ozônio?
A camada de ozônio tem importância fundamental para a vida no planeta Terra. É ela que absorve a radiação UV-B do Sol, e assim não permite que esta radiação, prejudicial à vida, chegue até a superfície da Terra. 4- O que é radiação UV-B?
Radiação em geral é a energia que vem do Sol. Esta energia é distribuída em vários comprimentos de onda: desde o infra-vermelho até o ultra-violeta (UV), passando pelo visível, onde a energia é máxima. Na parte do UV, existe o UV-C,
que é totalmente absorvido na atmosfera terrestre; o UV-A, que não é absorvido
pela atmosfera; e o UV-B, que é absorvido pela camada de ozônio.

5- Porque a radiação UV-B é tão importante?
A radiação UV-B é responsável por inúmeras sequelas nos seres vivos. O câncer de pele é a doença mais citada pelos médicos. Mas tem efeitos indesejáveis também na visão, onde pode produzir catarata, e tem influência negativa no DNA das células, diminuindo as defesas naturais do organismo.

6- A camada de ozônio está diminuindo?
Sim, a camada de ozônio está sendo atacada por substâncias químicas produzidas pelo Homem moderno. Estas substâncias, sintetizadas em laboratório, são conhecidas pelo nome coletivo de CFC (cloro-fluor-carbonetos). Uma das componentes destas substâncias é o cloro, que ataca e destrói o ozônio na estratosfera.

Então, bora lá, unir forças, conhecimento e determinação para, pelo menos, tentarmos reverter este mal que nos afeta? Que tal prestarmos mais atenção no que e como consumimos produtos e os descartamos? Sermos fiscalizadores dos “inimigos” da nossa terra, da nossa vida. Tenho certeza de que ninguém quer arcar com as consequências dos atos impensados e que podem ser prevenidos, não é? Aqui é Cássia Bomfim e viva a liberdade do pensamento. Até mais…

*Fontes e fotos: Mundo Educação e biblioteca virtual, arquivos de Info Escola e Cultura Mix, Paiva Netto, Destruição Humana

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