Adutora do Dmae consertada

Depois de 20 horas de trabalho ininterrupto, a equipe do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) terminou o conserto da adutora que se rompeu na região central de Uberlândia. Um trabalho complexo, devido ao tipo de tubulação (de ferro fundido e com quase 70 anos de implantação) e também à localização da estrutura. O abastecimento foi retomado ainda na terça-feira(2) e a previsão é que seja totalmente normalizado em até 12 horas. Cerca de 25 servidores do setor de operação de máquina, bombeiros hidráulicos, engenheiros e técnicos se revezaram durante toda a madrugada até a finalização do serviço, no começo desta tarde.

Dmae conserto 1

Saiba como foi o trabalho

Assim que foi detectado o vazamento, na segunda (1º) às 16h, a primeira providência foi fechar os registros e aguardar que a vazão de água cessasse. “Numa comparação simplista, a mangueira do jardim escorre água após o fechamento da torneira. Agora imaginem essa mesma situação em uma tubulação com dimensões bem maiores. Por isso tivemos que aguardar um certo tempo para estancar a vazão na rua”, aponta o engenheiro e diretor técnico interino, Leocádio Pereira. Em seguida, servidores do Dmae fizeram o bombeamento da água (que ficou empoçada na cavidade que se formou em decorrência da pressão), bem como a remoção da terra. A ação foi necessária para que a equipe iniciasse a análise da extensão dos danos e definisse qual a melhor alternativa para execução do serviço. No local existe uma tubulação de ferro fundido, material que era usado no início da construção das adutoras (há quase 70 anos), localizadas principalmente na região central. Hoje o Dmae não emprega mais este tipo de material: utiliza apenas tubulações de aço, produzidas na própria fábrica de tubos da autarquia. O engenheiro e diretor técnico do departamento explica que foi necessário trocar cinco metros de tubulação danificada. “A equipe técnica fez a ligação manualmente com os pinos de solda, uma parte que exige muita precisão para que o encaixe fique perfeito, sem vazamentos e riscos de se romper. Nas tubulações mais novas e de aço, por exemplo, o processo poderia ser resolvido somente com solda”, disse Leocádio Pereira. Todos sabemos que este tipo de problema pode acontecer, até porque, segundo os técnicos, é uma construção de décadas, mas o que o contribuinte espera é que a conta não venha para o bolso dele, mais uma vez. Além disso, fica a dica: se a cidade cresceu e vem crescendo ano a ano, seria interessante fiscalizarem de modo preventivo para pelo menos evitar tais dissabores. O que acham?!

*Fonte: Secom/Dmae

 

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