Grande perda…gratidão é o sentimento

Hoje meu coração entristeceu. Para quem o conheceu sabe o quanto representou para a mídia nacional. Hoje meu coração ficou muito triste. Tive a oportunidade de estar com ele, embora por um período de tempo razoável, mas jamais vou esquecer essa pessoa que muito me inspirou nos noticiários policiais. Um ser humano incrível, diferente no profissional e no pessoal. Era um cara humano, porém crítico, severo e com um jeito peculiar de informar sobre as mazelas do mundo do crime. Com certeza, para os colegas das gerações mais novas, podia até não impressionar ou não agradar, mas ele fez muita diferença. Irônico, cheio de jargões, mas com muita propriedade no assunto, Gil Gomes, marcou uma época, fez grandes amigos, desagradou outros, mas sempre foi autêntico. Minha homenagem e meu agradecimento aos poucos, porém intensos momentos que tive a honra de conviver com ele. Aos familiares, amigos, colegas, meus sentimentos, mas a certeza de que Gil Gomes ensinou, aprendeu e deu grandes lições de vida pessoal e profissional. Ele foi mais do que um repórter policial, ele contou histórias nuas e cruas…

História

Gil Gomes morreu aos 78 anos, nesta terça-feira (16), em São Paulo. O ex-repórter policial passou mal na segunda-feira (15) e foi encaminhado desacordado ao Hospital São Paulo, na zona sul da capital paulista, mas não resistiu. A informação foi confirmada pela família do jornalista. De acordo com a família, a morte de Gil foi comunicada pelos médicos no início da manhã. A causa não foi divulgada. Gil Gomes se tornou um dos grandes nomes do rádio e da televisão brasileira por seu trabalho no jornalismo investigativo. O ex-repórter iniciou sua carreira na extinta Rádio Marconi, na década de 1960. Entre os anos 1991 e 1997, Gil conquistou o grande público na televisão ao integrar o time de repórteres do extinto Aqui Agora, programa do SBT. Na ocasião, ele chamou a atenção por conta da linguagem popular e da dramatização que fazia para narrar as reportagens sobre crimes. As aparições de Gil eram marcadas com um gesto característico que ele fazia com a mão. Em 1999, o ex-repórter participou da Escolinha do Barulho, da RecordTV e também comandou um programa na Rádio Tupi.

Família

Ele estava na casa da filha dele. Passou mal ontem e foi encaminhado ao Hospital São Paulo. Passou a noite no hospital. Hoje de manhã recebemos a notícia. Ele estava com um grau de Parkinson muito avançado. Não sabemos a causa da morte ainda. Gil sofria de Mal de Parkinson e desde 2005 lutava para combater a doença degenerativa que o fez perder o equilíbrio, além de ter dificuldades de se mover e sofrer com tremores. O jornalista era casado com Eliana Izzo, sua segunda mulher, com quem teve duas filhas — Flávia e Nathalie. Antes dela, Gil ficou por 14 anos com a escritora Ana Vitória Vieira Monteiro. Juntos, eles tiveram três filhos: Daniel, Vilma e Guilherme que morreu ainda jovem vítima de uma hepatite C. O jornalista também deixou quatro netos.

 

*Fonte e fotos: R7, arquivo e internet

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