Libaneses comemoram independência

O dia 22 de novembro é lembrado pela independência do Líbano, no Brasil a data é de homenagem a esse povo alegre, receptivo e com talento para os negócios. Estima-se que no Brasil existam 10 milhões de libaneses e descendentes em território brasileiro, contra 3,5 milhões que vivem no Líbano. São vários os estados onde se concentram libaneses e descendentes, com destaque para a região sudeste, conforme estimativa da Federação Nacional das Entidades Líbano-Brasileira. 

 

História

A comunidade libanesa que vive no Brasil, formada na maioria por descendentes, é maior do que a população do Líbano. Segundo a Agência Senado, em 2015 eram quase 10 milhões de libaneses e descendentes em território brasileiro, contra 3,5 milhões que viviam no Líbano. Em 1880, veio a primeira grande leva de libaneses cristãos, sendo os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará e Goiás os que mais receberam imigrantes libaneses. No Brasil, muitos libaneses e descendentes fizeram fortuna e alcançaram notoriedade. A presença da cultura libanesa é sentida no país não apenas na culinária, como na língua, que assimilou palavras do árabe, em hospitais e diversos outros setores. Os descendentes de libaneses têm forte participação na política brasileira. Em 2015, 8% dos parlamentares brasileiros eram de ascendência libanesa, uma porcentagem muito maior do que a sua presença na população em geral. Esse ativismo político pode ser explicado pelo êxito econômico e pelos investimentos em educação das famílias árabes no Brasil. Dessa forma, seus descendentes conseguiram penetrar diferentes segmentos da política brasileira, nos mais diferentes partidos políticos e sob várias ideologias. 

 

Segundo pesquisa de 1999, conduzida por Simon Schwartzman, descendentes de árabes e de judeus eram os dois grupos mais bem sucedidos no Brasil do ponto de vista econômico. Além do presidente Michel Temer, outras personalidades de origem libanesa destacam-se na política, como Tasso Jereissati, José de Ribamar Fiquene, Jorge Hage, Paulo Maluf, Wadih Damoous, Jorge Maluly Netto, Pedro Simon, José Farret, Antônio Salim Curiati, Paulo Abi-Ackel, Ibrahim Abi-Ackel, Jamil Haddad, Alfredo Buzaid, Simão Jatene, Almir Gabriel, Paulo Souto, Esperidião Amin, Hélio Mokarzel, Gilberto Kassab e Fernando Haddad. Tem também, os escritores Milton Hatoum e Antônio Houaiss, o fotógrafo Benjamin Abrahão Botto, o médico Adib Jatene (in memorian), o publicitário Roberto Duailibi e o colunista social Ibrahim Sued (in memorian)

 

 

 

 

*Fonte e fotos: MS News e internet

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