Movimento: eu empurro essa causa

Como surgiu o movimento: Através de um grupo no Facebook Vida de Mãe Especial, a criadora do grupo Dayane Cruz vendo várias mães em seu grupo perdendo o benefício e vendo a realidade das famílias, decidiu criar um movimento para melhorar essa situação, de modo em que mais famílias se encaixem nas exigências para receber o beneficio do BPB/Loas. Assim, ela se tornou coordenadora geral. Em seguida, uma dos membros do grupo Elisineia, vendo a iniciativa resolveu se juntar ao movimento e assim foram incentivando e conseguindo outros coordenadores para outras cidades. Existia uma petição sobre o assunto que estava em andamento,  resolveram apoiar e a partir de então, surgiram interessados em apoiar e lutar pela causa. Fizeram algumas modificações na petição para que realmente constassem todas as reivindicações. Com tudo isso começou o Movimento Eu Empurro Essa Causa.

O que é o movimento

Uma iniciativa das famílias de pessoas com deficiência para que seja alterada a lei do BPC( Benefício de Prestação Continuada) são elas:
– Que toda pessoa com deficiência se enquadre nas regras do benefício seja ele de grau elevado ou não.
– Que seja avaliado em caso de doenças raras, a possibilidade do benefício para duas pessoas com deficiência na mesma residência, caso seja enquadrado na regra da renda essas famílias com as duas pessoas com deficiência receberão o beneficio.
– Que seja alterado o valor da renda per capta exigida para que seja aprovado o cadastro da pessoa no recebimento do beneficio, dessa forma mudaria de 1/4 do salário para 3 salários mínimos por família, ou seja aumentaria o numero de famílias beneficiadas com o BPC/ Loas.

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Sendo que a principal reivindicação é o item três, descrito acima, da renda per capta, tendo em vista que muitas famílias tem gastos maiores que o valor de um salário mínimo onde o beneficio é extremamente necessário e mesmo assim é negado devido a renda familiar. O movimento é nacional e tem o objetivo de se fazer ouvir a voz de quem achavam que não tinha voz. Tem uma petição online sendo compartilhada e um abaixo assinado que serão entregues em Brasília-DF, no Congresso Nacional para que modifiquem a Lei. No dia 16/02/2019 as 09:00 haverá em todo o país, simultaneamente, manifestações das famílias onde estarão mostrando a quantidade de pessoas que estão insatisfeitas com as atuais condições da Lei em questão. Em Uberlândia-MG, o encontro será na praça Tubal Vilela. “Nós temos voz e vamos mostrar que temos”, disse a coordenadora em Uberlândia, Regiaine Fernandes Boaventura. Abrace esta causa – Contato(34)996576170. Eu sei muito bem o que é ter um filho ou membro  de uma família com deficiência e apoio esta causa com muita consciência e realidade. Aproveito para fazer uma reflexão com todos vocês: Dizem que a Previdência está quebrada, que não dá por muito tempo para sustentar os milhões de aposentados, etc e tal. Primeiro não foi o verdadeiro trabalhador quem deixou a Previdência nesta “calamidade”, sabe porque? Porque ele não ganha milhões e o máximo que se consegue para aposentar depois de 30 ou 35 anos de contribuição, gira em torno de 3,8 a 5 mil reais. O problema é, além da corrupção, da roubalheira, porque não se toma vergonha e cortam os exorbitantes salários dos políticos (todos de municipal a federal), afinal político não é trabalhador de CLT, não é profissão e aposentam muito cedo, com muitas, inúmeras regalias até a terceira geração. Vamos parar com esta pouca vergonha e fazer, de fato, o que se precisa. Hoje “o problema” (entendam a colocação) de ter alguém com deficiência é meu, é do meu vizinho, é do trabalhador comum, pagador de impostos, amanhã pode ser de vocês políticos e que talvez estejam em outra situação econômica. Vocês sabiam que tudo, absolutamente tudo para quem tem deficiência é muito, mas muito, mais caro? Uma adaptação de cadeira de rodas, uma cama especial, um determinado medicamento, uma bengala, um parapódio, um computador, tratamentos de hidroterapia, fisioterapia, van adaptada, tudo… e vocês (políticos e legisladores) querem que sobrevivamos com estes míseros reais que para a classe dos senhores serve como “troco ou esmolas”? Aqui é Cassia Bomfim e viva a liberdade de expressão.

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